segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Um novo começo...
No momento, enxergo tudo e a todos em cor-de-rosa. Liguei o "FODA-SE". Ofereci-lhes a outra face. Nada me tira (e nem tirará) do sério. Mesmo porque, consegui quebrar o ritmo deste segundo semestre sem feriados, e o fim do ano se aproxima. O que significa que o ritmo permanecerá morno até depois do carnaval. Sete vivas para Noel e Momo!
Engraçado como realmente consegui recarregar as baterias. Esqueci todas as senhas. Aplaquei a "Ira-Santa" que nutria contra meus inim.. quer dizer... colegas de trabalho. Meu espírito-justiceiro está repousando, num lugar seguro, pronto para emergir assim que for solicitado. Consegui controlar essa faceta do meu "Hulk corporativo".
Não sei exatamente o que aconteceu, mas viajar me fez muito bem. Essa experiência mítica-esotérica-histórica me fez enxergar certas coisas com outros olhos. Percebi que devo me afastar da negatividade. Que devo me aperfeiçoar e primar pela perfeição. E que nada está terminantemente perdido: sempre existirá uma nova manhã.
Mas até quando, Senhor? "Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?"
PS. pela primeira vez, entrei no blog para postar algo, sem ter nenhuma motivação prévia em mente. Este post é uma criação livre, fruto de inspiração. E não da intolerância.
sábado, 20 de setembro de 2008
Eu Robô ?

"Oh deus trabalho, nós te adoramos!"
" Oooohh poderoso deus trabalho, nós te veneramos!"
Se tem uma coisa que enche o meu saquinho é essa gente que só consegue enxergar a vida pela ótica do trabalho. Gente chata hein? Só pensam "naquilo". Só falam "daquilo". Só escrevem sobre "aquilo"! Parece tara! E o pior: são frequentemente radicais intolerantes que vivem censurando quem não vive e age como eles. Conheci, durante minha vida profissional, muitos "robôs"sem espontaneidade com difculdades sérias para se relacionar. Muitos utilizam o trabalho como ponte de acesso ao mundo dos humanos e só conversam sobre isso. Triste, pois não conseguem enxergar toda beleza e complexidade da vida que nos cerca. Reduzem a existência a alcançar o tal "sucesso". No entanto, como reza aquele funk de profundo cunho filosófico, reconheço e me rendo a sua máxima: "cada um no seu quadrado". O problema não é meu. Façam vocês, meus queridos robôzinhos, o que quiserem de suas vidas. Eu vou tocando a minha por aqui.
O lamentável mesmo é que por trás dessa preocupação excessiva com a formação e aperfeiçoamento profissional, na maioria das vezes, ao invés de um desejo, saudável até, de aprender mais, existe somente medo: medo de ser descartado.
Onde existe medo, culpa e principalmente, carência de informação (e de uma formação humanista), há sempre um oportunista vendendo salvação e cura. Com suas cartilhas e regrinhas de como se comportar aqui, ou ali. Ensinando como se deve pensar para chegar "lá" (by the way: lá é aonde mesmo?). Pior é que sempre tem aquele séquito de "robôs bebês" que se encarregam de restransmitir, sem questionamentos, "as boas novas"dos gurus da auto-ajuda profissional aos quatro ventos como se fossem verdades fundamentais (auto-ajuda para robôs?).
Só se deixa conduzir aquele que ainda não se conhece e, acima de tudo, não conhece seu próprio valor como ser singular.
Então, o que você quer ser quando crescer?
Aí Max, essa é "pra você":
Working Class Hero
John Lennon
As soon as you're born they make you feel small
By giving you no time instead of it all
Till the pain is so big you feel nothing at all
A working class hero is something to be
A working class hero is something to be
They hurt you at home and they hit you at school
They hate you if you're clever and they despise a fool
Till you're so fucking crazy you can't follow their rules
A working class hero is something to be
A working class hero is something to be
When they've tortured and scared you for twenty odd years
Then they expect you to pick a career
When you can't really function you're so full of fear
A working class hero is something to be
A working class hero is something to be
Keep you doped with religion and sex and TV
And you think you're so clever and classless and free
But you're still fucking peasants as far as I can see
A working class hero is something to be
A working class hero is something to be
There's room at the top they are telling you still
But first you must learn how to smile as you kill
If you want to be like the folks on the hill
A working class hero is something to be
A working class hero is something to be
If you want to be a hero well just follow me
If you want to be a hero well just follow me
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Mania de celular!

Outra coisa: as pessoas normais que estão tranqüilamente fazendo seu trânsito para o trabalho ou para outro lugar são obrigadas a aturar aquela mula sem noção falando alto que não conseguiu aumentar o limite do cheque especial? Para quem perdeu o “semancol” eu vou dar uma ajudinha: incomoda! E MUITO!
Essa gente precisa aprender a conviver consigo mesmo. Precisa aprender que tem hora para tudo. Que essa urgência é, na maioria das vezes, uma quimera! Que há momentos que a gente precisa de uma pausa do mundo, ficar sozinho. E que mesmo uma simples viagem de ônibus pode proporcionar uma ótima oportunidade para reflexão ou, simplesmente, praticar “nadismo”. A hora de parar é agora. Antes que a doença se espalhe, ou, até mesmo, piore: veja a foto logo abaixo. (Neste momento, o autor do texto chora copiosamente com a música “Vem vamos embora que esperar não é saber..."tocando ao fundo).
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Trabalho de MERDA
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Momento Filosofia de Buteco
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Penso, logo... tenho dúvidas!

3) Não confunda: "Penso, logo existo" com "Divago, pois sou inconclusivo".
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Inspetor Bugiganga
Quando comecei a trabalhar, nos idos de 1992, logo fui apresentado ao tal "kit babaca": Rolex, caneta Mont Blanc e pager. De pronto, dispensei: "drogas, tô fora - gosto mais de mim!". Rolex prá que? Prá ser roubado no busum? E o tal "pager" (pros mais novos, ele foi o vovô do celular)? A coleira eletrônica dos anos 90.Os anos se passaram... os gadgets evoluíram... e eu ainda me pergunto: precisa disso? Convivemos com tanto pendrive, PalmTop, iPod, GPS, IPhone... E os celulares? Com TV, MP3, câmera com resolução "Zilhão de Mpixel"... e que NÃO LIGAM simplesmente porque são planos pré-pagos e neguim não comprou cartão! huahuahuahuahuahua
E o maior dos símbolos fálicos de status dentro de uma empresa: o Notebook. Só que, nesse caso específico, é ao contrário: quanto menor o laptop, maior é a mágica que ele proporciona! É uma revoada de péla-saco carregando aquele trambolho prá-lá e prá-cá - com pretensa urgência - denotando pessoas atarefadas e imprescindíveis à companhia. Tá bom... eu acredito!
As reuniões tornaram-se um total desperdício de tempo: iniciam-se sempre com uma interminável comparação de celulares, passando para símbolos menores da decadência consumista (iPods e Palms), culminando na comparação dos Notebooks. Assuntos que deveriam ser resolvidos em minutos geram reuniões inúteis que duram horas!
Aqui segue um relato comovente - e verídico: na última semana, cheguei propositalmente atrasado a uma reunião (cansei desses jogos de "eu-tenho-você-não-tem" ainda na minha adolescência) e fui conferir os monitores dos notebooks para saber em que pé estava o assunto. Pois bem: um estava cuidando de assuntos pessoais (trabalho de pós), outro estava lendo e-mails, o terceiro estava no MSN! Fiquei possesso imaginando onde erramos... o que tornara o ser humano tão ridículo?
Eu fico imaginando: o Universo possui um sem-fim de possibilidades. O Homem poderia estar se aperfeiçoando, relendo os clássicos da literatura, conhecendo países e culturas novas... poderia estar provando pratos exóticos... poderia simplesmente descansar... praticar seu esporte preferido... ou mesmo, jogar conversa fora num buteco... mas porque certas pessoas (e, na minha área, elas são ainda mais comuns) preferem investir nessas bugigangas - que logo, logo estarão ultrapassadas, diga-se de passagem? Afinal, vão-se os anéis e ficam os dedos, não é mesmo?
Finalizando, tenho que deixar de ser chato e reconhecer: parabéns aos marqueteiros de plantão! Conseguiram criar necessidade onde, com certeza, não existia!
Falando Mal dos Outros: um serviço de futilidade pública!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Olim-PIADAS!
Pô... e as olimpíadas? O engraçado é que minha maior motivação inicial era "secar" o Michael Phelps... Baixou em mim o completo espírito-de-porco. Mas, porra... americano merece! Só que, com o tempo, fui desistindo - afinal o cara trabalhou prá caceta prá chegar aonde chegou - e comecei até a nutrir certo respeito pelo Carlito Tevez das piscinas. Taí: além de ser americano, o cara parece ARGENTINO! PQP! huahuahuahuahuahua
O que eu não consigo entender é como brasileiro ainda SONHA em sediar um evento desse porte. Só se for prá super-faturar todas as obras. Aposto que as tais "bem-feitorias" exigidas para cada cidade olímpica vão ficar em estado lastimável, assim como ficaram as obras do Pan.
Mas falando da performance de nossos atletas, alguns fatores me chamam a atenção:
1) A opinião pública é manipulada pelos meios de comunicação para achar que estamos realmente disputando alguma coisa nos jogos (aquela síndrome ufanista, aquele ôba-ôba, aquele "já ganhou!"). Matem o Galvão Bueno, por favor! Aquele papinho escroto de que "vamos brigar, medalha-a-medalha, contra as superpotências do esporte". E a pobre ilusão do último pan deixou realmente parte da população esperançosa por medalhas...
2) Outro fato é que os adversários escondem o leite às vésperas de competição importante. Vide Pan, Liga Mundial, Grand Prix de vôlei, as 347 Copas do Mundo de Ginástica e de Judô que rolam todo ano, etc. Ninguém mostra as armas às vésperas de competições de VERDADE. E a gente SEMPRE cai nessa! "Ah, mas o Diego Hipólito tem o melhor ranking do ano". Foda-se: quero ver fazer a melhor marca na Olimpíada!
3) Brasileiro amarela na hora "H". Some nessa equação: a falta de auto-estima, a falta de recursos e o descaso do governo. O que vai dar? Nada. Talvez a falta de auto-estima seja algo decorrente dos outros dois. Não fomos criados a leite "A". Não temos uma educação de nível - e isso se reflete nas aulas de educação-física nas escolas. Não somos nem criados para sermos competitivos: nossa religião não enxerga com bons olhos o excesso de competitividade. Até ganharmos a Copa de 58, nos considerávamos os "vira-latas" do mundo esportivo. Mudou alguma coisa?
O fato é que também não existe um único fator que explique nossa performance pífia. A questão de subdesenvolvimento não pode ser tratada como fator isolado, já que países com índice de desenvolvimento muito piores do que o nosso estão mais bem colocados no quadro de medalhas. Mas estes eu considero como casos isolados: como os corredores de longa distância africanos; os de média e curta distância das Bahamas e da Jamaica; ou os lutadores do oriente médio.
Bem... gosto de falar mal dos outros, mas vou poupar este ou aquele atleta em particular. São heróis solitários, de clubes falidos, que competem com esforços próprios, sem patrocínio, sem apoio do governo. Tem gente que vendeu TV prá viajar. Tem gente que não teve grana prá comprar kimono... Porra: como exigir que neguim saia daqui mal-nutrido, fudido de ter que sustentar sua "carreira esportiva" trabalhando em 3 empregos diferentes (todos eles pagando miséria, diga-se de passagem)?
Cadê um projeto esportivo para esse país - como existe em Cuba (e até na VE-NE-ZU-E-LA!!!!!)? Cadê?
Ao final de cada olimpíada, só nos restam: o chororô, as pagações de mico, as cobranças e conseqüentes tentativas frustadas de justificativas por parte de nossos atletas - logo quem tem a menor parcela de culpa nessa história toda.
E pobre do país que necessita de heróis.
PS. que idiota secaria o Phelps? É como apostar contra a Morte. huahuahuauhauhuahuahua
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Tem culpa eu?

Tem gente que não aprende. Não aprende e nunca vai aprender! Já reparou como 99,97% das pessoas são parciais quando se trata delas mesmas? Grande descoberta mongol, qual é a novidade? Tá, mas eu vou falar assim mesmo, até porque, estou a fim de falar mal dos outros. Porra! Ninguém gosta de admitir que esteja errado. Ninguém gosta de receber críticas. Um saco! Todo mundo se acha perfeitinho. Viver reclamando da vida, culpando o vizinho, o chefe, o amigo, Deus, o mal tempo, a deusa fortuna, o padeiro e o periquito é característica de 75,67 % da humanidade (essas estatísticas são para dar veracidade ao texto). O fato é que, na maioria das vezes, somos nós os grandes responsáveis pela nossa cagada! (ah, você não concorda? OK, então foda-se) A gente só amadurece quando começa a enxergar isso. Amor próprio às vezes é um veneno: orgulho, vaidade...megalomania! Se você não pisar na bosta hoje, não vai sujar de cocô o tapete da sua sala amanhã, não é? Então. O que complica é que as pessoas não olham por onde andam, pisam na merda e nem sentem o cheiro. Depois não vai culpar o cachorro. Cresça e apareça! ( Mas esse finalzinho ficou parecendo aquelas colunas de auto-ajuda, putz..)
Você achou o post curto? O texto óbvio? Bem, eu não vejo dessa forma...
terça-feira, 5 de agosto de 2008

Um lance que tem acabado comigo é isso de chegar no trabalho e já dar logo de cara com um email, que dentre os outros todos importantes emails que recebo, me manda clicar num link para saber virtualmente qual meu índice prazer durante um orgasmo... querem saber o pior!? Não sei se pelo fato de ser de um remetente conhecido ou se pela curiosidade em relação ao assunto eu acabei clicando.
Parabéns pra mim, meu nível de orgasmo deve ser altíssimo, pois abriram instantaneamente umas duzentas janelas, pude depois enquanto com uma mão eu fechava as janelas e com a outra eu me chicoteava e perguntava a Deus: “-SENHOR, COMO POSSO SER TÃO BURRO???” verificar que meu índice de orgasmo não deve ser dos melhores... já que na maioria dessas janelas me era oferecido CIALIS, VIAGRA e VIBRADORES com descontos imperdíveis, até aí nada mal. A coisa ficou feia mesma quando me passaram um atestado de impotência me convidando para uma honestíssima partida de jogos diversos em um cassino virtual.
O que eu pude tirar de produtivo dessa situação além desse post mal redigido???
Nada?
Alguém?
Ninguém!?
Vamos lá pessoal...
Pude tirar de produtivo dessa situação é devemos pensar melhor sobre o quanto devemos levar a sério o lemos na internet, a grande rede que foi criada para ser nossa melhor amiga, ferramenta de pesquisa e companheira de masturbação, pode se tornar uma grande vilã. Não falo especificamente dos emails que roubam nossas senhas bancarias e dos programas espião que se plantam na maquina e controlam a nossa vida.
Refiro-me mais especificamente ao que estamos perdendo, e que ao contrário dos bens materiais é irrecuperável, como por exemplo: a parceria, a solidariedade e o prazer em ajudar o próximo.
Crianças com doença raras, gêmeos siameses, pessoas precisando de transplantes... não existe limite para a bizarrice, hemodiálise é para fracos...
O lance é mandar emails dizendo que se você não mandar uma bolsa de sangue O+ em 3 minutos pelo sedex para menina que nasceu com a cabeça colada na bunda de um cachorro na indonésia oriental, ela vai morrer e a alma dela vai vir puxar seu pé.
E por falar em absurdos, aproveitando o embalo tecnológico, sugiro a criação da CORRENTE ÚNICA, para talvez quem sabe poupar nosso tempo, seguem alguns modelos de correntes padrão encontrados na intenet:
Modelo 1 –
Subject: PESSOAL, VAMOS NOS MOBILIZAR, COMIGO FUNCIONOU, VALE A PENA!!!
Gente, na Indonésia Ocidental do Norte existe uma menina que nasceu com dois cérebros, mais o que mais impressiona é que ela chora lágrimas de sangue dia sim dia não e nos dias que não chora lágrimas de sangue ela chora cristais de sal. Por isso estamos repassando essa corrente, a AOL vai doar 1 tonelada de caixas de lenço para cada mil emails enviados, é isso mesmo...
Primeiro, se você não mandar essa mensagem para 509 pessoas nos próximos 5 segundos, você vai ser atacado por um bode maluco e então será atirado do topo de um prédio em um monte de cacos de vidro.
É verdade!
Sério! Funciona assim:
* Mande esta carta para 1 pessoa: uma pessoa vai ficar brava com você por ter mandado uma corrente idiota.
* Mande esta carta para 2-5 pessoas: 2-5 pessoas vão ficar bravas com você por ter mandado uma corrente idiota.
* Mande esta carta para 5-10 pessoas: 5-10 pessoas vão ficar bravas com você por ter mandado uma corrente idiota.
* Mande esta carta para 20.674.951 pessoas: 20.674.951 pessoas vão ficar bravas com você por ter mandado uma corrente idiota.
Modelo 2 –
Olá, e obrigado por ler esta carta.
Tem um garoto faminto em Baklaliviatatlaglooshen que não tem braços, não tem pernas, não tem pais, e não tem bodes. A vida deste menino pode ser salva, porque cada vez que você mandar essa mensagem, um dólar será doado para o Fundo Baklaliviatatlaglooshen Para Garotos Pernetas, Manetas, Órfãos e sem Bodes.
Então, mande para 5 pessoas nos próximos 47 segundos.
Ah, um lembrete - se você mandar acidentalmente para 4 ou 6 pessoas, você morrerá instantaneamente.
Obrigado!
Modelo 3 –
Olá! Esta corrente existe desde 1897. Funciona da seguinte maneira:
Passe para 15.067 pessoas nos próximos 7 minutos ou alguma coisa horripilante acontecerá com você, como aconteceu com essas pessoas:
Miranda Pinsley estava voltando do colégio a pé no sábado. Ela tinha recentemente recebido esta carta e a ignorou. Então ela tropeçou numa pedra solta na calçada e caiu dentro do esgoto, e morreu toda cagada.
Isso pode acontecer com você!
Dexter Bip, um garoto de 13 anos, re cebeu uma corrente no seu e- mail e a ignorou. Mais tarde, no mesmo dia, ele foi atropelado por um carro e sua namorada também. Ambos morreram virgens pq Dexter tinha fimose. As famílias dos dois estavam tão tristes que todos os seus parentes ficaram loucos e passaram o resto da vida num manicômio.
Isso pode acontecer com você!
AGORA PASSE O ENDEREÇO DESSE BLOG PARA MAXIMO DE PESSOAS QUE VC CONSEGUIR, FAÇA UM DESEJO, CASO VOCÊ NÃO REPASSE EM 3 MINUTOS A SUA CHEFE VAI FICAR COM OS CABELOS BRANCOS E VAI VIVER PARA ATERRORIZAR A SUA VIDA.
PS. Depois eu conto a história de Charles Saint'anna do Missouri, que não repassou o endereço do BLOG e vive num inferno até hj...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Óde à sogra
s.f. Mãe de um dos cônjuges em relação ao outro. Mulher de mau gênio, cruel; mãe desnaturada.
O Mal necessário - sem elas, nossas mulheres não teriam nascido. E nem teriam tido a referência negativa em que espelharam.
Bicho pernicioso, ardiloso e invasivo. Ser perigoso: vil e peçonhento - conseguindo minar psicologicamente uma relação. Obra e graça do Capeta. A personificação do Demo, à sua imagem e semelhança. O indizível. Aquilo que habita nossos pesadelos mais sombrios, obscuros, repugnantes e atormentadores.
Uma vez, tive uma conversa amigável com a minha sogra. Resultado: 3 dias consecutivos de ressaca. FODA...
O Impertinente
Aos puristas, ofereço a definição:
do Lat. impertinente
adj. 2 gén.,
estranho ao assunto, que não vem a propósito;
descabido;
enfadonho;
rabugento;
s. m.,
indivíduo importuno.
Fonte: dicionário on-line Priberan
Coisa odiosa é gente impertinente. É sério: as pessoas deveriam ser submetidas a um teste psicotécnico antes de serem liberadas para o convívio em sociedade (mesmo sob o risco de termos as ruas vazias). Gente esquisofrênica, problemática, recalcada! Imaginem que hoje mesmo fui assistir a uma apresentação que, em circunstâncias normais, duraria pouco mais de uns 40 minutos. Durou duas horas. Por quê? Eu explico. Tinha um exemplar da espécie, em latin (para gastar o meu): Humanus recalcadus chatus, detonando o bom humor de todos. O sujeito é daqueles que vai para o evento disposto a executar sumariamente a paciência dos outros. A toda hora a criatura interrompia o andamento da apresentação para fazer perguntas idiotas e exibir seu ego a já sacrificada audiência. Lamentável! Eu estava do lado do cara (miséria pouca é bobagem) e confesso, aqui “só para vocês”, que tive que recorrer as minhas técnicas mais secretas de meditação e paz interior para não desferir um golpe na face do sujeito. Vontade não faltou. Inseto irritante! Gente que precisa chamar atenção. Gente carente. Gente que gosta de um palco, sabe? Falando em palco, quase dei um Oscar para o pessoal que estava responsável pela apresentação. Apesar de no fundo também estarem irritadíssimos, souberam representar direitinho e respondiam a cada investida daquele desgraçado. O que me consolou, enquanto o infeliz impertinente empastava o ar com suas preocupações frívolas e descabidas, foi ficar imaginando as mais diversas (e divertidas) formas para extinguir aquele verme da face da Terra. Saí da apresentação com os dentes trincados, com sede de vingança e um saudável desejo de falar mal dos outros. Então taí.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
O medo causado pela inteligência
Resisti, com medo de profanar nossa pretensa integridade artística. "Pô... estamos focados em composições originais. Em obras primas de nosso pensamento-livre. Afinal: somos ou não somos auto-indulgentes?"
Mas foda-se. Lá vai. Acho extremamente apropriado. Não gostou? Deleta!
terça-feira, 22 de julho de 2008
Quando a farinha é pouca ...

Basta um pouco de escassez para despertar o que há de pior em cada um de nós.
Em um ambiente empresarial toda polidez ganha contornos de cinismo e não raro, até desaparece, quando impera redução irracional de custos. A exemplo das hienas, a carniça a ser dividida é pouca e todos querem, a todo custo, seu pedaço. Mais triste do que ter que testemunhar um navio afundando é ter que presenciar, todo dia, a agonia daqueles que, já sem dignidade alguma, se agarram em vão e vergonhosamente a pseudo-importância de suas funções. Ainda pior são os agonizantes que vendo sua serventia se esvaziar e por absoluta falta de opção tentam, como um último gesto de desespero, se manter na superfície se apoiando nas costas de um outro desafortunado. Esta é a imagem máxima da nossa miséria.
Dias de fúria
Caralho! Hoje, não é o mundo que está contra mim - sou EU que estou contra o mundo! PQP!
Você conhece a total falta de paciência com as pessoas? Impaciência com burrice, intolerância com pequenezas.. até intransigência... Valha-me, Deus!
Respondo a tudo com patadas, grossura - sou mestre nisso. Parece que esqueci como se conta até 10 - chega no 7, já tô estourando!
As pequenas coisas do dia-a-dia vão se avolumando de tal forma, que o mínimo deslize já é motivo para um estouro de manada, para um roundhouse kick, seguido de um soco na fuça e um mata-leão. Finalizando com um arm-lock invertido.
Qual o motivo de ACORDAR assim? Distúrbio químico? Psicológico? Extra-sensorial? TPM?
Não reclame!!!
Queria dizer que muito temos falado sobre as agruras (gostou né!?) da vida coorporativa. Sobre a infelicidade de não termos nascido em berço de ouro, sobre a agonia de saber que durante 35 anos será necessário que todo santo dia útil você tenha que se deslocar para um lugar insuportável, com um ar-condicionado que gela demais ou que gela de menos, com gente mal humorada e insuportável, que passaram esses 35 anos ou fazendo de tudo para fazer você trabalhar mais do que gostaria ou para te atrapalhar mais do que você precisa, resumindo é um inferno.
Porém a vida ensina, e ensina com a palmatória mais pesada possível, quando você menos espera, ela vai e te mostra que ainda pode ser pior, e realmente sempre pode!!!
Trocando em miúdos, ESTOU DE SERVIÇO EM SÃO PAULO!
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Essa era a proposta original de figura do blog
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Arquétipos

"O mundo se divide entre 2 tipos de pessoas: as que gostam do que fazem e aquelas que passam o tempo todo pensando no que poderiam estar fazendo, se não tivessem que trabalhar. Trabalho é apenas o que paga as suas contas? Ou o que faz tudo valer a pena? O que é o trabalho para você?" (Itaú Personnalité)
"Não é o que você sente por dentro que define quem você é, e sim o que você faz" (Bruce Wayne - se você lê quadrinhos, entendeu o que acabou de ler. Se não lê… bem, não é agora que vai começar a entender essas coisas)
Você já parou para perceber alguns comportamentos e perfis típicos da maioria das organizações? E como VOCÊ se comporta no ambiente de trabalho? Qual a sua máscara? Sua imagem pública? Sua persona? Qual a sua postura no trabalho: considera-o apenas um meio de sustento ou algo que te define como pessoa?
Bem... gastei algumas horas de meu - digamos - "Ócio Criativo" para trazer algumas conclusões aqui prá você. E, do alto da minha pseudo-proto-psicologia-corporativa-de-buteco, destaco alguns modelos: (à medida que eu for me lembrando, posto os outros)
a) Os neófitos. Recém saídos da faculdade. Cheios de empolgação.
Ah, a juventude... me remetem a uma época que não volta jamais - quando eu era jovem e inconsequente. Porque hoje eu sou velho e inconsequente!
Recém saídos da casa dos pais, do mundo acadêmido.. tudo é um mar-de-rosas: as pessoas são francas e verdadeiras; o salário é justo; a empresa te reconhece; e o fluminense é campeão da Libertadores! (rsrsrsrsrsrsrs... não resisti!)
Mas aí, invariavelmente, algo abrupto ocorre e estes se decepcionam. Suas expectativas não são respondidas ou, pior, vêem-se envolvidos com um dos arquétipos abaixo.
Depois de tomar esse tal "choque de realidade", os "calouros" vestem-se com o manto do cinismo e se tornam um dos perfis a seguir. Sua inocência foi roubada.
b) Os dinossauros. O sabotador. O passivo-agressivo.
Prá início de conversa, um dinossauro não precisa ser, necessariamente, velho. Mas é contrário a tudo o que é novo; à mudanças e à inovações. Por que seu mundinho assim foi concebido: assim é e assim deverá ser. Toda alteração poderá (e será) prejudicial à ele próprio (interessante como esses tipos não conseguem se enxergar como parte de um sistema maior, chamado EMPRESA).
Seu futuro é uma aposentadoria pelo INSS: enormes filas no banco, condução apertada e salário minguado - pratos cheios prá quem adora reclamar da vida. Pode se tornar um h).
c) Os incompetentes. Estes, ainda sub-divido em 3 grupos:
1) os que foram alçados à escalas superiores, sem capacitação. O PMBOK chama isso de "Halo Effect" - é aquele ténico muito bom, que, quando promovido à gerente, neguim descobre que o cara não consegue se relacionar com pessoas. Tem a ver também com o Princípio de Peter, da incompetência corporativa. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Princ%C3%ADpio_de_Peter)
2) os que ficaram no "mata-burro". São profissionais competentes, mas que perderam-se no tempo. Não se capacitaram, a sua onda passou e agora estão desatualizados no mercado. Não são nem neófitos, nem dinosauros. Estão naquela fase da carreira em que tem que se decidir: galgar carreira gerencial ou sair fora. São o elo-perdido entre o técnico e o gerente.
3) os burros de nascença. Os desmotivados. Os que estão aqui "de favor". Enquanto os 2 tipos anteriores estão passando por uma incompetência temporária (assim esperamos - só depende deles!) esse terceiro não tem jeito. Podem virar d) ou e).
d) Os Puxa-saco
Adulador, babão, baba-ovo, cafofa, capacho, chupa-caldo, enxuga-gelo, escova-botas, lambe-cu, lambeteiro, lisonjeador, mesureiro, pelego, puxa-saco, servil... Quem não reconhece um puxa-saco? "O bajulador é um hermafrodita, um assexuado político, o seu prazer, o seu orgasmo é puxar saco, adular. Vive em permanente estado de rastejamento."
Todos eles carecem de baixa auto-estima e sabem que são dispensáveis por suas qualidades produtivas. Por isso, só vêem escapatória apelando para sessões intensivas de massagem no ego de seus superiores. São os "idiotas-úteis", que nunca têm opinião. Dignos de pena - e porrada!
e) As Piranhas de Escritório
Caso radical de puxa-saco. A engenharia social elevada à n-ésima potância. Ao contrário do "puxa-saco", a "piranha" não mantém necessariamente uma relação servil com seu chefe/superior. Muitas vezes, ela consegue inverter essa relação.
É bom lembrar que nem todas as "piranhas de escritório" são do sexo feminino. E nem todas apelam necessariamente para prazeres sexuais. Se ela for minimamente inteligente (e boa, acima de tudo), a mínima insunuação basta para atingir seus objetivos.
Eu mesmo criei duas - eu sabia que tava fazendo merda e fiz assim mesmo ("Ah, a juventude...2 - a missão")
Mas o tempo passa. E a piranha de escritório se tranforma numa uva-passa. (hã? hã? sacaram o chiste?). Se tornam um novo e temível arquétipo: o dinossauro-sexual. Vcs se lembram da Vovó Zilda, da família Dinossauros? Pois é.
f) Relação "Master/Slave"
Para cada capacho, existe um pé a pisá-lo. Para todo ser servil e rastejante, existe uma contra-partida boçal e violenta, que tenta manter-se no controle pela truculência. O chicote. O açoite. Os mantenedores do status quo. Os hipócritas: bastiões da ordem, da moral e dos bons costumes. São criadores de dinossauros.
São pessoas que vão morrer em horário de expediente, de frente às suas estação de trabalho. E ninguém vai sentir falta.
g) O Técnico Purista, que suporta nas costas as aberrações acima. A vítima. O estóico. O alienado. O boi-de-piranha. Representante de uma casta inferior, a quem não foi dada voz. E, mesmo que lhe fosse dada alguma oportunidade de se expressar, preferiria não fazê-lo. É o perfil que mais me intriga: será que eles é que estão certos?!?!?!?!?!?!?
Pode se tornar um b)... e até um c).
(Bom, vou ficando por aqui... pq ainda faltam 7661 dias para minha aposentadoria)
PS. "É na burocracia que o Brasil patina. Por conta do desvio de recursos produtivos para atividades improdutivas". Fala recente de um senador da República, criticando o total "overhead" de processos. Alguma semelhança com a sua empresa? Ou só agora vc caiu na real que ela é realmente um retrato do país?
PS.2. propositalmente, não existe a letra h). Mas leia-se desempregado ou aposentado.



